sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Jornal Bom Dia!

Recebemos um convite de uma grande amiga nossa,
a Carla, para um reportagem no jornal Bom Dia!
Como tocamos no dia, em Santana de Parnaíba,
não postamos aqui a reportagem, que ficou ótima!!!
Recuperando o atraso, hehe, nós transcrevemos a reportagem logo abaixo!
Esperamos que gostem tanto quanto nós gostamos!

Aqui vai!!!


A alegria das choronas: Meu Brasil Brasileiro Depois de gravar o primeiro CD, as irmãs comemoram carreira


Carla de Campos


Um CD de Altamiro Carrilho mudou a vida da família Meyer Ferreira. Corina, 20 anos, ainda era criança quando conheceu a musicalidade do flautista, lenda viva do choro brasileiro, e decidiu o que queria da vida. Não demorou para que o gosto musical se difundisse pela família, arrebatando as irmãs Lia, 18 e Elisa, 15. Assim, há seis anos, surgia o conjunto Choro das 3, que acaba de gravar o seu primeiro CD, “Meu Brasil Brasileiro”, pela Som Livre. O primeiro trabalho é um passeio musical, mas que evidencia uma preocupação: a de apresentar o chorinho. Por isso, o álbum reúne clássicos populares, como “Carinhoso”, “Tico-tico no Fubá” e “Aquarela do Brasil”. “Muita gente não conhece o choro ou acha que é um gênero triste. Mas o chorinho é para os brasileiros o que o jazz é para os norte-americanos”, diz Corina. “O CD é um projeto de três anos. Gravamos 60 músicas e tivemos que escolher 14. Não foi fácil”, completa Lia. Em um universo predominantemente masculino, as meninas de Porto Feliz conquistaram seu espaço. Desde crianças elas freqüentam as rodas de choro em São Paulo, onde receberam toda a influência dos chorões mais experientes. O resultado da mistura foi um chorinho particular, só delas. Apesar da agenda cheia por causa da divulgação do CD, com shows e gravações em programas de rádio e TV, participar das rodas é compromisso quase obrigatório das meninas, aos sábados, na loja da Contemporânea e na oficina do luthier e violonista Manoel Andrade. Afinal, além da diversão, é o momento de tocar, ouvir e prestar atenção na velha guarda. Foi em uma destas rodas que Lia conheceu o violão de 7 cordas, hoje marca registrada da irmã do meio que sabe que perpetua a tradição da escola de violonistas. Ela tem como referência maior o carioca Dino 7 Cordas, morto em 2006. Elisa, a irmã caçula, além de tocar bandolim, clarinete e banjo, assumiu um outro papel no conjunto, o de compositora. Com nove anos escreveu “Bolinha de Gude”, música que integra o CD “Meu Brasil Brasileiro”. A família Meyer Ferreira respira música. Tanto que o pai das meninas, Eduardo Ferreira, reforçou o grupo tocando pandeiro. A mãe, Cristina, fica na retaguarda, assumindo o papel de empresária, divulgadora e, principalmente, fã número 1.

5 Comentários:

Blogger Humberto Teté disse...

Meninas, não estou conseguindo abrir o link pra figura do jornal, não consigo ler a reportagem. Muitos beijos.

12 de setembro de 2008 12:37  
Blogger Choro das Três disse...

Oi!
Nós transcrevemos a reportagem logo abaixo da foto do jornal, ok?
Obrigada!
Beijos!

12 de setembro de 2008 14:43  
Blogger Humberto Teté disse...

Muito bom meninas, valeu! Mas ainda ficou faltando... Tem uma descrição de cada uma de vocês embaixo das fotinhos... Sou pidão mesmo, viu? ahahah, beijos e parabéns!

12 de setembro de 2008 20:40  
Blogger Isabelle disse...

Excelente reportagem!
É muito gratificante acompanhar o trabalho de vocês,pois são garotas que buscam ser atenciosas.E,além disso,o talento e o amor que têm pela música.
Não vou deixar de dizer o quanto vocês são especiais!
O sucesso está só iniciando,claro,com paciência e fé!
Deus abençoe vocês por todo o sempre!Beijos!

13 de setembro de 2008 15:40  
Blogger Carla disse...

Que orgulho, gente!! Adoravamos a visita na redação! Voltem sempre! bjo

24 de setembro de 2008 21:22  

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